A MUSA VAI AO QUARTEL

Só para recordar e deixar registrada a popularidade da nossa instituição, que este ano continuou entre as melhores do estado, tendo o apoio e aprovação da população carioca. Um trabalho que vem sendo desenvolvido com profissionalismo e atitude responsável. Motivo de orgulho.
Esta foto saiu no jornal o Dia: (não me lembro a data), mas mudou a rotina da equipe de serviço - Eloah - A garota do tempo - Visitou o quartel de Campo Grande, bairro onde mora..Se sente privilegiada pois sua casa fica em frente ao quartel e recebeu os elogios da "bombeirada" (cuidado com as mãos)..A modelo é estudante de Psicologia e tem 22 anos.
Segundo a reportagem do jornal, Para o sargento Ricardo Herdy Ferreira, 35 anos, a vitória de Eloah não foi surpresa. “Ela era a melhor. Quando a vi na Internet, concorrendo a Garota do Tempo, não pensei duas vezes e dei meu voto”, afirmou. “Além disso, é um orgulho ver nosso bairro tão bem representado”, brincou o sargento. E os aplausos não são apenas dele: o cabo Harlei Luiz Bastos, 32, há 13 anos no grupamento, acompanha a modelo não é de agora. “Conheço de vista. Sempre foi bonita”, elogiou.
Moradora da Zona Oeste desde os 3 anos, Eloah diz que admira a profissão de bombeiro e se sentiu lisonjeada ao saber que é admirada no quartel. “A partir de agora, darei um bom dia especial quando passar por aqui”, prometeu. Ela, que está sem namorado, acendeu as esperanças dos bombeiros. Mas o que falta é tempo. “Além da faculdade, faço trabalhos como modelo para a Ultra Agency e curso técnico de Estética. E vou para todo lugar de ônibus”, conta.
A modelo mora em frente ao quartel, e recebeu eleogios pelo ensaio especial publicado ontem no jornal.
Agora entendo porque tem tanto bombeiro querendo ir para campo grande....
Escrito por -=M䮢¡ö=- às 22h29
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Fileira aqui vou eu Depois de alguns anos de Seção, ingresso na Fileira. A rotina da atividade meio nos tira daquela que é a verdadeira função de bombeiro militar. Não desmerecendo o trabalho administrativo, muito pelo contrário, para que a máquina funcione ela é indispensável. Mas, com a atividade fim nos deparamos com a realidade da nossa profissão, os prós e os contras.... que nos leva a uma avaliação crítica do que vem sendo realizado. Na verdade houve um progresso e isso é visível. Viaturas mais equipadas, a preocupação com a segurança, equipamentos novos, as instruções que vêm sendo realizadas durante o serviço - somando positivamente. O quadro de novos oficiais e aspirantes que nos dão uma visão mais moderna de comando. Alguns têm a preocupação pelo lado humano-individual de cadda subordinado. Há uma certa "liberdade" para que nossas dúvidas e sugestões sejam bem recebidas, aproximando o combatente do seu chefe para que haja uma troca de conhecimento. Até porque, nessa profissão, a prática nos torna mestres daquilo que fazemos com dedicação e dentro do previsto. Diante disso, me sinto à vontadade pra dizer que, fazer parte da Fileira é tornar-se um combatente, um socorrista, um verdadeiro Soldado do Fogo, que diante do sinistro não dará um passo à trás. É dedicar-se inteiramente ao serviço de bombeiro-militar e à segurança da comunidade - mesmo com o sacrifício da própria vida.
Escrito por -=M䮢¡ö=- às 22h26
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Memórias do Cárcere
Algum tempo atrás era comum fazer inspeções periódicas nas celas dos presos. O xadrez era bem diferente dos que existem hoje – não havia tantas opções – a cela se resumia em um beliche ou dois e um banheiro. Nesse dia notei que movidos por sentimentos múltiplos, como raiva, saudade, arrependimento... Muitos desabafaram escrevendo seus recados sob os estrados embaixo do colchão.
Achei muito interessante e dignos de uma interpretação, as vezes poética, às vezes em forma de protesto, desespero, enfim... o lado ruim de quem provou a “justiça” militar.
"Pela primeira vez estou sendo fruto de mais uma injustiça militar. Fui preso por atrasar alguns minutos o café do “chefe”. Mas quem faz a minha justiça é Deus." (autor desconhecido)
Tudo aqui é o pior possível. Para vc ter uma idéia eu me sinto um zero a esquerda. Depois que colocam a gente aqui dento, esquecem que existimos, pois já são 19h e ainda nem trouxeram minha janta. É como si “preso tivesse além de estar preso, ainda ter que passar fome. Aí eu me pergunto: eles me condenaram á prisão ou a morrer de fome.
Há circunstâncias em nossa vida que é melhor agente absorver o culpado do que de uma só vez condenar o inocente.
A distância não é má
É apenas a prova que é muito bom
Estarmos juntos.
A pior coisa de estar preso é deitar na cama e o sono não bater, ficar p. da vida e ira pra janela. Ficar mais p. ainda quando vê os amigos indo embora e você continuar enjaulado como passarinho ou melhor, como um corno.
Escrito por -=M䮢¡ö=- às 22h13
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